sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Livros de 2016.

2016
2016


As Musas do Terceiro Milênio.
Volumes I e II.

A série de livros As Musas do Terceiro Milênio não precisa ser lida em ordem. Não há uma ordem cronológica específica para consumo. Alguns dos contos foram escritos de forma simultânea, e nem todos os que começaram a ser redigidos primeiro foram concluídos antes dos demais. Na verdade, alguns nem foram concluídos ainda. A ideia é publicá-los na medida em que se apresentarem como concluídos. Os assuntos tratados não se encerram ali, no ponto final do conto. Eles demandam novos tratamentos conforme o tempo passa. Quando coloco um ponto final em determinado conto é para poder apresentá-lo, já que todos os contos se entrelaçam de alguma forma. Na verdade, parágrafos inteiros são suprimidos da versão original por não permitirem que o conto se encerre. A partir desses parágrafos, são introduzidas novas narrativas que precisam ser explicadas pelas musas. Esses parágrafos, a seu tempo, abrem outras narrativas que também precisam que as respectivas elucidações sejam expostas pelas mesmas musas que as trouxeram à luz por conta das necessidades de seus afilhados mortais. Embora nem sempre os mortais precisem necessariamente invocá-las para que elas os auxiliem. Como no caso de Eva, no volume I da série (As Musas Acham que...).

Eva não precisava de ajuda desta vez. Novamente, a musa entrou na sala sem ser invocada.

O que ela estaria buscando nesta visita que também sequer foi requisitada? Que preço cobraria de Eva por mais esta invasão repentina?

O texto completo desse pequeno conto pode ser adquirido no endereço abaixo:

Nesse conto em específico, a musa trata com Eva de termos como buscar, procurar, achar, pensar e saber... Os parágrafos que tratam dos verbos crer e acreditar foram prontamente removidos por causa dos desdobramentos que tornariam o conto muito extenso para o que nos propomos publicar a cada volume.

Já o segundo livro da série aborda um livro que li há muito tempo e passou na frente dos demais contos na fila de publicações porque assisti o filme homônimo que encontrei no youtube em outubro deste ano (2016). Optei por buscar uma versão impressa e encontrei duas. Quando as comparei, verifiquei que algumas traduções para o português foram atualizadas  e que poderiam ser apresentadas no conto Do Desterro ao Caô... que já tratava de outra citação atribuída ao mesmo autor.

O livro 1984 foi escrito por George Orwell e publicado em 1949.

Nas páginas que antecedem o pequeno conto ilustrado do segundo volume de As Musas do Terceiro Milênio, apresento duas versões de tradução para a língua portuguesa de um pequeno trecho do livro 1984, entre as demais citações que inspiraram o conto ( musa, caô, desterro, Florianópolis, Hercílio Luz, Ondina e pólis ).

A primeira tradução do referido trecho do livro 1984 foi publicada em 1978 pela Companhia Editora Nacional e a segunda em 2009 pela Companhia das Letras.

Este trecho em específico se refere à prática de alteração deliberada de fatos históricos pelo partido que em 1984 estaria (se olharmos a partir de 1978) ou estava (se observarmos de 2009) no poder. Embora as diferenças entre as traduções publicadas nos anos de 1978 e de 2009 sejam mínimas elas existem, conforme uma pequena parcela do parágrafo que é apresentado no conto:

"Quem controla o passado," dizia o lema do Partido, "controla o futuro; quem controla o presente controla o passado." (versão de 1978).

"Quem controla o passado controla o futuro; quem controla o presente controla o passado", rezava o lema do Partido. (versão de 2009).

Os verbos "rezar" e "dizer" podem despertar interpretações de intensidades distintas dependendo do entendimento de cada leitor.

O texto completo desse segundo pequeno conto pode ser adquirido no endereço abaixo:

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

eBook com conto Grátis para Kindle nos dias 07 e 08.ago.2017.


eBook com conto Grátis para Kindle nos dias 13 e 14.jul.2017.

Volumes 1 e 2 da Série As Musas do Terceiro Milênio.

Sobre o Volume I. As Musas acham que...
Nesse conto em específico, a musa trata com Eva de termos como buscar, procurar, achar, pensar e saber... 

Sobre o Volume II. Do Desterro a Caô.
Nesse conto a musa trata da construção da verdade e especula sobre o significado da palavra Caô... 




  


As Musas do Terceiro Milênio.
Volumes I e II.

A série de livros As Musas do Terceiro Milênio não precisa ser lida em ordem. Não há uma ordem cronológica específica para consumo. Alguns dos contos foram escritos de forma simultânea, e nem todos os que começaram a ser redigidos primeiro foram concluídos antes dos demais. Na verdade, alguns nem foram concluídos ainda. A ideia é publicá-los na medida em que se apresentarem como concluídos. Os assuntos tratados não se encerram ali, no ponto final do conto. Eles demandam novos tratamentos conforme o tempo passa. Quando coloco um ponto final em determinado conto é para poder apresentá-lo, já que todos os contos se entrelaçam de alguma forma. Na verdade, parágrafos inteiros são suprimidos da versão original por não permitirem que o conto se encerre. A partir desses parágrafos, são introduzidas novas narrativas que precisam ser explicadas pelas musas. Esses parágrafos, a seu tempo, abrem outras narrativas que também precisam que as respectivas elucidações sejam expostas pelas mesmas musas que as trouxeram à luz por conta das necessidades de seus afilhados mortais. Embora nem sempre os mortais precisem necessariamente invocá-las para que elas os auxiliem. Como no caso de Eva, no volume I da série (As Musas Acham que...).

Eva não precisava de ajuda desta vez. Novamente, a musa entrou na sala sem ser invocada.

O que ela estaria buscando nesta visita que também sequer foi requisitada? Que preço cobraria de Eva por mais esta invasão repentina?

O texto completo desse pequeno conto pode ser adquirido no endereço abaixo:
https://www.amazon.com.br/musas-acham-terceiro-mil%C3%AAnio-Livro-ebook/dp/B01LVU6JPX/ref=sr_1_2?ie=UTF8&qid=1481733990&sr=8-2&keywords=larcen

Nesse conto em específico, a musa trata com Eva de termos como buscar, procurar, achar, pensar e saber... Os parágrafos que tratam dos verbos crer e acreditar foram prontamente removidos por causa dos desdobramentos que tornariam o conto muito extenso para o que nos propomos publicar a cada volume.

Já o segundo livro da série aborda um livro que li há muito tempo e passou na frente dos demais contos na fila de publicações porque assisti o filme homônimo que encontrei no youtube em outubro deste ano (2016). Optei por buscar uma versão impressa e encontrei duas. Quando as comparei, verifiquei que algumas traduções para o português foram atualizadas  e que poderiam ser apresentadas no conto Do Desterro ao Caô... que já tratava de outra citação atribuída ao mesmo autor.

O livro 1984 foi escrito por George Orwell e publicado em 1949.

Nas páginas que antecedem o pequeno conto ilustrado do segundo volume de As Musas do Terceiro Milênio, apresento duas versões de tradução para a língua portuguesa de um pequeno trecho do livro 1984, entre as demais citações que inspiraram o conto ( musa, caô, desterro, Florianópolis, Hercílio Luz, Ondina e pólis ).

A primeira tradução do referido trecho do livro 1984 foi publicada em 1978 pela Companhia Editora Nacional e a segunda em 2009 pela Companhia das Letras.

Este trecho em específico se refere à prática de alteração deliberada de fatos históricos pelo partido que em 1984 estaria (se olharmos a partir de 1978) ou estava (se observarmos de 2009) no poder. Embora as diferenças entre as traduções publicadas nos anos de 1978 e de 2009 sejam mínimas elas existem, conforme uma pequena parcela do parágrafo que é apresentado no conto:

"Quem controla o passado," dizia o lema do Partido, "controla o futuro; quem controla o presente controla o passado." (versão de 1978).

"Quem controla o passado controla o futuro; quem controla o presente controla o passado", rezava o lema do Partido. (versão de 2009).

Os verbos "rezar" e "dizer" podem despertar interpretações de intensidades distintas dependendo do entendimento de cada leitor.

O texto completo desse segundo pequeno conto pode ser adquirido no endereço abaixo:
https://www.amazon.com.br/As-musas-terceiro-mil%C3%AAnio-desterro-ebook/dp/B01N1N3W6J/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1481733990&sr=8-1&keywords=larcen

quinta-feira, 13 de julho de 2017

eBook com conto Grátis para Kindle nos dias 13 e 14.jul.2017.


eBook com conto Grátis para Kindle nos dias 13 e 14.jul.2017.

Volumes 1 e 2 da Série As Musas do Terceiro Milênio.

Sobre o Volume I. As Musas acham que...
Nesse conto em específico, a musa trata com Eva de termos como buscar, procurar, achar, pensar e saber... 

Sobre o Volume II. Do Dsterro a Caô.
Nesse conto a musa trata da construção da verdade e especula sobre o significado da palavra Caô... 




  


As Musas do Terceiro Milênio.
Volumes I e II.

A série de livros As Musas do Terceiro Milênio não precisa ser lida em ordem. Não há uma ordem cronológica específica para consumo. Alguns dos contos foram escritos de forma simultânea, e nem todos os que começaram a ser redigidos primeiro foram concluídos antes dos demais. Na verdade, alguns nem foram concluídos ainda. A ideia é publicá-los na medida em que se apresentarem como concluídos. Os assuntos tratados não se encerram ali, no ponto final do conto. Eles demandam novos tratamentos conforme o tempo passa. Quando coloco um ponto final em determinado conto é para poder apresentá-lo, já que todos os contos se entrelaçam de alguma forma. Na verdade, parágrafos inteiros são suprimidos da versão original por não permitirem que o conto se encerre. A partir desses parágrafos, são introduzidas novas narrativas que precisam ser explicadas pelas musas. Esses parágrafos, a seu tempo, abrem outras narrativas que também precisam que as respectivas elucidações sejam expostas pelas mesmas musas que as trouxeram à luz por conta das necessidades de seus afilhados mortais. Embora nem sempre os mortais precisem necessariamente invocá-las para que elas os auxiliem. Como no caso de Eva, no volume I da série (As Musas Acham que...).

Eva não precisava de ajuda desta vez. Novamente, a musa entrou na sala sem ser invocada.

O que ela estaria buscando nesta visita que também sequer foi requisitada? Que preço cobraria de Eva por mais esta invasão repentina?

O texto completo desse pequeno conto pode ser adquirido no endereço abaixo:
https://www.amazon.com.br/musas-acham-terceiro-mil%C3%AAnio-Livro-ebook/dp/B01LVU6JPX/ref=sr_1_2?ie=UTF8&qid=1481733990&sr=8-2&keywords=larcen

Nesse conto em específico, a musa trata com Eva de termos como buscar, procurar, achar, pensar e saber... Os parágrafos que tratam dos verbos crer e acreditar foram prontamente removidos por causa dos desdobramentos que tornariam o conto muito extenso para o que nos propomos publicar a cada volume.

Já o segundo livro da série aborda um livro que li há muito tempo e passou na frente dos demais contos na fila de publicações porque assisti o filme homônimo que encontrei no youtube em outubro deste ano (2016). Optei por buscar uma versão impressa e encontrei duas. Quando as comparei, verifiquei que algumas traduções para o português foram atualizadas  e que poderiam ser apresentadas no conto Do Desterro ao Caô... que já tratava de outra citação atribuída ao mesmo autor.

O livro 1984 foi escrito por George Orwell e publicado em 1949.

Nas páginas que antecedem o pequeno conto ilustrado do segundo volume de As Musas do Terceiro Milênio, apresento duas versões de tradução para a língua portuguesa de um pequeno trecho do livro 1984, entre as demais citações que inspiraram o conto ( musa, caô, desterro, Florianópolis, Hercílio Luz, Ondina e pólis ).

A primeira tradução do referido trecho do livro 1984 foi publicada em 1978 pela Companhia Editora Nacional e a segunda em 2009 pela Companhia das Letras.

Este trecho em específico se refere à prática de alteração deliberada de fatos históricos pelo partido que em 1984 estaria (se olharmos a partir de 1978) ou estava (se observarmos de 2009) no poder. Embora as diferenças entre as traduções publicadas nos anos de 1978 e de 2009 sejam mínimas elas existem, conforme uma pequena parcela do parágrafo que é apresentado no conto:

"Quem controla o passado," dizia o lema do Partido, "controla o futuro; quem controla o presente controla o passado." (versão de 1978).

"Quem controla o passado controla o futuro; quem controla o presente controla o passado", rezava o lema do Partido. (versão de 2009).

Os verbos "rezar" e "dizer" podem despertar interpretações de intensidades distintas dependendo do entendimento de cada leitor.

O texto completo desse segundo pequeno conto pode ser adquirido no endereço abaixo:
https://www.amazon.com.br/As-musas-terceiro-mil%C3%AAnio-desterro-ebook/dp/B01N1N3W6J/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1481733990&sr=8-1&keywords=larcen

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Professores da rede pública ganham, em média, R$ 3,3 mil




Os professores da educação básica da rede pública (federal, estadual e municipal) ganhavam, em média, um salário de R$ 3,3 mil em 2014. O menor salário é dos professores da rede municipal, que ganhavam R$ 3,11 mil para uma jornada de 40 horas semanais.

Os dados são de um estudo inédito do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Segundo o levantamento, a maior remuneração média é dos professores da rede federal de ensino que atuam, prioritariamente, no ensino médio, com R$ 7,76 mil. Os professores da rede estadual ganham em média R$ 3,47 mil. Na rede privada, a média de salários é de R$ 2,59 mil.

O levantamento apontou a existência de 2 milhões de professores em todo o país. Os dados de remuneração de docentes foram obtidos pela combinação de dados do Censo Escolar e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Previdência Social. A metodologia considerou a média das remunerações mensais informadas na Rais compostas por salários, adicionais, bonificações e gratificações, sem incluir o 13º salário.

Segundo o Inep, o estudo servirá de base para um debate nacional com as redes de ensino sobre a remuneração média dos professores em exercício na educação básica. As informações poderão contribuir, por exemplo, para a formulação do Custo Aluno-Qualidade Inicial (Caqi) e para... ( continua em http://istoe.com.br/professores-da-rede-publica-ganham-em-media-r-33-mil/ )

  

Livro 2016. As musas do terceiro milênio. Volume II.

LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais [ebook]. / César Gonçalves Larcen - 2. Ed. - Canoas: César Gonçalves Larcen Editor, 2014. 102 p. ebook.: il.
COMPRE AQUI:
https://www.amazon.com.br/As-musas-terceiro-mil%C3%AAnio-desterro-ebook

  

Livro 2016. As musas do terceiro milênio. Volume I.

LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais [ebook]. / César Gonçalves Larcen - 2. Ed. - Canoas: César Gonçalves Larcen Editor, 2014. 102 p. ebook.: il.
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https://www.amazon.com.br/musas-acham-terceiro-mil%C3%AAnio-Livro-ebook

  

Livro 2014. Mais uma lacônica viagem tempo e no espaço. Segunda Edição (Ampliada).

LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais [ebook]. / César Gonçalves Larcen - 2. Ed. - Canoas: César Gonçalves Larcen Editor, 2014. 102 p. ebook.: il.
COMPRE AQUI:
http://www.amazon.com/dp/B01AGVB3D0?ref_=pe_2427780_160035660

Livro 2013. Pedagogias Culturais.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
LARCEN, César Gonçalves. Pedagogias Culturais: dos estudos de mídia tradicionais ao estudo do ciberespaço em investigações no âmbito dos Estudos Culturais e da Educação. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120 p.

Livro 2011. Mais uma lacônica viagem tempo e no espaço. Primeira Edição.

DOWNLOAD PARCIAL.
LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2011. 144 p. il.

Artigo 2015. Considerações sobre o ensino de Filosofia.

CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. Considerações sobre o ensino de Filosofia, sua relação com a educação e a noção de meio ambiente. In: I-Sophia: revista eletrônica de investigações filosófica, científica e tecnológica. Ano I, Volume 1, número 2 (2015) - Assis Chateaubriand: JPJ Editor, 2015. Trimestral. ISSN - 2358-7482. Pg.144-158.

Artigo 2014. From modern chess to liquid games.

CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. From modern chess to liquid games: an approach based on the cultural studies field to study the modern and the post-modern education on punctual elements. In: CRIAR EDUCAÇÃO Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação. UNESC, v. 3, p. 1-19, 2014.

 

Livro 2015. Tecnologia da informação e educação contemporânea.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
FIALHO, Arivelto Bustamante. QUADROS, Augusto Wagner Farias de. CARVALHO, Nilton Cezar. Tecnologia da informação e educação contemporânea. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2015. 65p. il.

Livro 2013. Clusterização.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
LINCK, Ricardo Ramos. LORENZI, Fabiana. Clusterização: utilizando Inteligência Artificial para agrupar pessoas. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120p. il.

Livro 2012. As regras do Truco Cego.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
AGUIAR, Vitor Hugo Berenhauser de. As regras do Truco Cego. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2012. 58 p. il.



Professores da educação básica ganham, em média, R$ 4,2 mil


Levantamento feito pelo Inep mostra que a rede federal oferece as melhores remunerações, pagando R$ 7,7 mil por 40 horas semanais

por Tatyane Mendes* / Paula Ferreira


Segundo o relatório, apresentado nesta quarta no "Seminário 10 Anos da Metodologia de Coleta de Dados Individualizados dos Censos Educacionais", a rede federal de ensino é a que oferece as maiores remunerações, pagando em média R$ 7,7 mil por uma carga horária de 40 horas semanais. Na segunda posição, a rede estadual paga menos da metade para a mesma jornada de trabalho, com remuneração de R$ 3,5 mil. As escolas municipais seguem próximas, pagando R$ 3,1 mil e R$ 3,3 mil, respectivamente. Já a rede privada tem a menor remuneração, oferecendo R$ 2,6 mil.

MÉDIAS PONDERADAS PRADONIZADAS

Apesar de as médias poderem ser utilizadas como referência, há uma grande variação na remuneração, levando em consideração não somente a rede de ensino, mas também o estado. Os valores são uma média ponderada padronizada para jornadas de trabalho de 40 horas semanais e não refletem o valor bruto.

Nas instituições federais, por exemplo, o estado do Amapá tem uma remuneração média de R$ 9,9 mil e o Acre, de R$ 5,5 mil, sendo que a média nacional é R$ 7,7 mil. Seguindo o mesmo critério, nas escolas estaduais, o estado do Mato Grosso paga cerca de R$ 1,9 mil, enquanto o Pará apresenta remuneração média de R$ 10 mil. O Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Educação, solicitou que os dados referentes à região não fossem divulgados, alegando um erro na contabilização da carga horária.

O próprio Inep reconheceu a disparidade salarial entre os estados. Em um comunicado, o Instituto informa que "apesar das redes de ensino serem distintas, há casos de estados em que os professores fazem 20 horas semanais e, mesmo assim, têm remuneração maior que professores com carga de 40 horas semanais."

Para o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Alessio Costa Lima, a média do Inep não reflete a realidade do país.

— A média é um indicador complicado, pois pega os extremos e acaba gerando uma informação que não é para todos. O valor médio de R$ 4,2 mil não é a realidade da maioria dos professores brasileiros. Boa parte tem salário bem abaixo disso.

Atualmente, o piso salarial dos professores da educação básica é de R$ 2.298,80. A valorização do professor está prevista como uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Segundo o documento, até 2020, os profissionais das redes públicas da educação básica devem ter o mesmo rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente. O Observatório do PNE aponta, com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2015, que atualmente o rendimento médio dos professores representa apenas 52,5% do salário dos demais profissionais com mesma... ( continua em https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/professores-da-educacao-basica-ganham-em-media-42-mil-21502612 )

  

Livro 2016. As musas do terceiro milênio. Volume II.

LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais [ebook]. / César Gonçalves Larcen - 2. Ed. - Canoas: César Gonçalves Larcen Editor, 2014. 102 p. ebook.: il.
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Livro 2016. As musas do terceiro milênio. Volume I.

LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais [ebook]. / César Gonçalves Larcen - 2. Ed. - Canoas: César Gonçalves Larcen Editor, 2014. 102 p. ebook.: il.
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Livro 2014. Mais uma lacônica viagem tempo e no espaço. Segunda Edição (Ampliada).

LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais [ebook]. / César Gonçalves Larcen - 2. Ed. - Canoas: César Gonçalves Larcen Editor, 2014. 102 p. ebook.: il.
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http://www.amazon.com/dp/B01AGVB3D0?ref_=pe_2427780_160035660

Livro 2013. Pedagogias Culturais.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
LARCEN, César Gonçalves. Pedagogias Culturais: dos estudos de mídia tradicionais ao estudo do ciberespaço em investigações no âmbito dos Estudos Culturais e da Educação. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120 p.

Livro 2011. Mais uma lacônica viagem tempo e no espaço. Primeira Edição.

DOWNLOAD PARCIAL.
LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2011. 144 p. il.

Artigo 2015. Considerações sobre o ensino de Filosofia.

CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. Considerações sobre o ensino de Filosofia, sua relação com a educação e a noção de meio ambiente. In: I-Sophia: revista eletrônica de investigações filosófica, científica e tecnológica. Ano I, Volume 1, número 2 (2015) - Assis Chateaubriand: JPJ Editor, 2015. Trimestral. ISSN - 2358-7482. Pg.144-158.

Artigo 2014. From modern chess to liquid games.

CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. From modern chess to liquid games: an approach based on the cultural studies field to study the modern and the post-modern education on punctual elements. In: CRIAR EDUCAÇÃO Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação. UNESC, v. 3, p. 1-19, 2014.

 

Livro 2015. Tecnologia da informação e educação contemporânea.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
FIALHO, Arivelto Bustamante. QUADROS, Augusto Wagner Farias de. CARVALHO, Nilton Cezar. Tecnologia da informação e educação contemporânea. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2015. 65p. il.

Livro 2013. Clusterização.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
LINCK, Ricardo Ramos. LORENZI, Fabiana. Clusterização: utilizando Inteligência Artificial para agrupar pessoas. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120p. il.

Livro 2012. As regras do Truco Cego.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
AGUIAR, Vitor Hugo Berenhauser de. As regras do Truco Cego. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2012. 58 p. il.



segunda-feira, 19 de junho de 2017

Dissertação de Mestrado: confira dicas de como escrever e estrutura

Em http://viacarreira.com/dissertacao-de-mestrado-224946/

ViaCarreira » Acadêmico » Dissertação de Mestrado: confira dicas de como escrever e estrutura

No Brasil, o trabalho científico costuma seguir as normas da ABNT.

Publicado em 31/05/2017


dissertação de mestrado é o produto final de dois anos de pesquisa. Esse documento registra a contribuição do estudante para a comunidade acadêmica. Trata-se de um esforço individual para fazer avançar o conhecimento coletivo.

O texto costuma partir de um problema, geralmente expresso em forma de pergunta. É esse questionamento que conduz a discussão sobre os dados coletados pelo pesquisador. Tais informações envolvem tanto observação da realidade (parte empírica) quanto leitura de outros autores (parte teórica).

Ao fim do relatório, é esperado que o mestrando responda à questão norteadora, de modo a apresentar os resultados obtidos. Se for o caso, também pode abrir margem para futuras investigações – num doutorado, por exemplo.

Como estruturar uma dissertação de mestrado

Não há uma receita. Cada pesquisa tem objetivos específicos e, por isso, a estrutura do texto final pode variar. Ainda assim, existem itens básicos que costumam aparecer em qualquer trabalho científico desse porte.

Pré-textuais

A dissertação é formatada segundo as regras do programa de pós-graduação ao qual o aluno é vinculado. No Brasil, costuma-se seguir o padrão da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Nesse modelo, é necessário incluir os chamados elementos pré-textuais, que correspondem a tudo que apareça antes do relatório propriamente dito. Entram aí capa, sumário, resumo da pesquisa e agradecimentos, entre outros.

Introdução

Em seguida, vêm os elementos textuais, a começar pela introdução. Nessa parte, costuma-seapresentar a temática do estudo, os objetivos do pesquisador, o problema de investigação a ser respondido e a relevância do trabalho para a sociedade (justificativa).

Revisão teórica

Os capítulos teóricos da dissertação de mestrado servem para contextualizar o fenômeno investigado. Nesse ponto, resgatam-se conceitos pertinentes à problemática, a partir da leitura deautores relevantes para a área de conhecimento.

Não basta apenas citar obras famosas. Deve-se articular o pensamento dos intelectuais, mostrando como cada um contribui para responder pelo menos parte das dúvidas suscitadas no decorrer da discussão.

Ainda nessa etapa, traça-se o estado da arte. Em outras palavras, explica-se o que já foi pesquisado sobre o tema e quais aspectos ainda precisam ser aprofundados. Para tanto, pode-se recorrer ao banco de teses e dissertações da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Metodologia

Toda pesquisa científica requer um arranjo metodológico para observar o objeto empírico. Basicamente, são técnicas reconhecidas pelos pares como uma maneira de se aproximar da realidade estudada.

Nas ciências exatas e da natureza, é comum recorrer a experimentos em laboratório. No caso das humanas, pode haver entrevistas, grupos focais ou abordagens etnográficas. A composição da metodologia depende do que se investiga.

Nesse capítulo, é importante evidenciar os passos da pesquisa e justificar cada estratégiaadotada. Mesmo quando um procedimento não surte resultados, ele gera algum tipo de conhecimento.

Análise dos dados

É nesse momento que o investigador confronta a teoria com a realidade observada. Busca-se, assim, entender o objeto de pesquisa e vislumbrar possíveis respostas para a problemática.

Considerações finais

Na conclusão, a ideia é avaliar os resultados da pesquisa e verificar se os objetivos foram alcançados. Recomenda-se retomar pontos apresentados na introdução do trabalho, até mesmo como forma de tornar o texto mais acessível para o leitor.

Pós-textuais

A ABNT estipula regras para citar as referências bibliográficas utilizadas. Outros elementos, como os... ( continua em http://viacarreira.com/dissertacao-de-mestrado-224946/ )



  

Livro 2016. As musas do terceiro milênio. Volume II.

LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais [ebook]. / César Gonçalves Larcen - 2. Ed. - Canoas: César Gonçalves Larcen Editor, 2014. 102 p. ebook.: il.
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Livro 2016. As musas do terceiro milênio. Volume I.

LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais [ebook]. / César Gonçalves Larcen - 2. Ed. - Canoas: César Gonçalves Larcen Editor, 2014. 102 p. ebook.: il.
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Livro 2014. Mais uma lacônica viagem tempo e no espaço. Segunda Edição (Ampliada).

LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais [ebook]. / César Gonçalves Larcen - 2. Ed. - Canoas: César Gonçalves Larcen Editor, 2014. 102 p. ebook.: il.
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Livro 2013. Pedagogias Culturais.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
LARCEN, César Gonçalves. Pedagogias Culturais: dos estudos de mídia tradicionais ao estudo do ciberespaço em investigações no âmbito dos Estudos Culturais e da Educação. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120 p.

Livro 2011. Mais uma lacônica viagem tempo e no espaço. Primeira Edição.

DOWNLOAD PARCIAL.
LARCEN, César Gonçalves. Mais uma lacônica viagem no tempo e no espaço: explorando o ciberespaço e liquefazendo fronteiras entre o moderno e o pós-moderno atravessando o campo dos Estudos Culturais. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2011. 144 p. il.

Artigo 2015. Considerações sobre o ensino de Filosofia.

CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. Considerações sobre o ensino de Filosofia, sua relação com a educação e a noção de meio ambiente. In: I-Sophia: revista eletrônica de investigações filosófica, científica e tecnológica. Ano I, Volume 1, número 2 (2015) - Assis Chateaubriand: JPJ Editor, 2015. Trimestral. ISSN - 2358-7482. Pg.144-158.

Artigo 2014. From modern chess to liquid games.

CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. From modern chess to liquid games: an approach based on the cultural studies field to study the modern and the post-modern education on punctual elements. In: CRIAR EDUCAÇÃO Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação. UNESC, v. 3, p. 1-19, 2014.

 

Livro 2015. Tecnologia da informação e educação contemporânea.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
FIALHO, Arivelto Bustamante. QUADROS, Augusto Wagner Farias de. CARVALHO, Nilton Cezar. Tecnologia da informação e educação contemporânea. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2015. 65p. il.

Livro 2013. Clusterização.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
LINCK, Ricardo Ramos. LORENZI, Fabiana. Clusterização: utilizando Inteligência Artificial para agrupar pessoas. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2013. 120p. il.

Livro 2012. As regras do Truco Cego.

DOWNLOAD GRATUÍTO. FREEDOWNLOAD.
AGUIAR, Vitor Hugo Berenhauser de. As regras do Truco Cego. Porto Alegre: César Gonçalves Larcen Editor, 2012. 58 p. il.



segunda-feira, 22 de maio de 2017

Propriedade sobre hashtags amolda-se ao bom e velho registro da marca

Em https://oglobo.globo.com/opiniao/donos-da-hashtag-21367007
Donos da hashtag


POR MARCO ANTONIO DE OLIVEIRA






A hashtag ou o sinal do jogo da velha, mais conhecida pelo seu símbolo #, consiste na junção deste sinal acompanhado de uma palavra, expressão ou frase. As hashtags podem conter de slogans a movimentos sociais e marcas.

O uso da hashtag, tal como conhecemos hoje, surgiu nas mídias sociais já neste milênio. O Twitter, grande propulsor dessa ferramenta, agora divide a atenção desses sinais com o Facebook, Instagram, e outras mídias sociais.

Sua função primordial é classificar ou categorizar o texto que lhe acompanha, possibilitando ao internauta acessar tudo aquilo que abrange certo assunto sob determinada tag, ou seja, atua como uma forma de metadado que, ao ser clicado, permite ao internauta navegar por conteúdos específicos.

O crescimento exponencial das mídias, sobretudo as redes sociais, e o aumento significativo do número de usuários e do tempo gasto on-line nessas plataformas despertou a atenção do meio empresarial, que passou a utilizar a hashtag como mecanismo para atrair consumidores.

Isto tem levado muitos negócios a buscarem a proteção para as suas hashtags, que, sem dúvida, dentre as espécies de direitos de propriedade intelectual, amolda-se melhor ao "bom e velho" registro de marca.

Para tanto, a marca não pode ser descritiva em relação às atividades que visa identificar. A título ilustrativo, seria inapropriável com exclusividade o sinal #boladefutebol para assinalar bolas de futebol. Nesse caso, qualquer interessado que pretenda usar esse sinal, buscando para tanto o registro de marca, via de regra, não logrará êxito.

Para obter o registro de marca, uma hashtag que seja usada em um contexto publicitário deve exercer também função distintiva. Um exemplo de sucesso é a hashtag #likeagirl de uma multinacional que, além de ter sido vastamente usada como slogan em publicidade no meio on-line, é percebida pelo seu público como marca, uma vez que a relaciona aos produtos de absorvente produzidos por certa empresa.

Neste caso, se algum concorrente resolvesse utilizar a mesma hashtag, causaria confusão ao consumidor e desvio de clientela, incorrendo em ato de concorrência desleal. É exatamente por isso, buscando a melhor proteção das criações intelectuais e para evitar o aproveitamento indevido por parte de terceiros, que a hashtag pode e deve ser protegida como marca.

O número de pedidos para proteção de marcas composta pelo símbolo hashtag vem crescendo consideravelmente mundo afora. Até 2011, o número de pedidos de marca com essa característica era insignificante, ao passo que em 2015 foram requeridos aproximadamente 1.400 pedidos no mundo.

Os EUA são o país que aparece como líder de pedidos de registro de marca formadas por hashtag, correspondendo a um terço do montante de depósitos anuais no mundo. Em segundo lugar, vem o Brasil, que não nos surpreende, já que aproximadamente 80% dos brasileiros acessam as redes sociais, com média de 40 minutos por dia.

É por isso que as empresas buscam salvaguardar suas hashtags no Brasil através do... ( continua em https://oglobo.globo.com/opiniao/donos-da-hashtag-21367007 )