sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Quarto Distrito terá regime próprio para atividade econômica

Urbanismo 24/02/2016 - 20h09min. Alterada em 24/02 às 21h05min                                              

MARCELO G. RIBEIRO/JC
Prefeito José Fortunati firma acordo com três universidades 



 Patrícia Comunello

O Quarto Distrito, berço da industrialização de Porto Alegre e que engloba os bairros Floresta, São Geraldo, Navegantes, Humaitá e Farrapos, terá um regime urbanístico próprio.
Com isso, a região poderá contar com instrumentos para priorizar arranjos específicos da atividades econômicas, em segmentos de tecnologia da informação e comunicação, saúde e desenvolvimento de novos negócios (startups), ambientes colaborativos e usos de espaços com edificações de perfil inovador e que insiram construções tomadas pelo patrimônio histórico. A promessa é formatar a ação em quatro meses.
O regime definirá limite de altura de construções e ocupação das áreas, esclareceu a assessora técnica da Secretaria Municipal da Fazenda (SMF), Maria Alice Michelucci. As definições estão previstas no Plano Diretor de 1999 da cidade. "A lei definiu o Quarto Distrito como uma zona de revitalização", citou Maria Alice.
A prefeitura da Capital firmou ontem acordo com três universidades, duas locais e uma do Exterior - para formular estudos, projetos gerais e segmentados para criar estrutura e organização para a exploração das atividades, atrair investidores e diversificar os ocupantes da região.
Desde o fim do ano passado, a região tem incentivos fiscais especiais (redução tributária e até isenção) para operações econômicas situadas na área. A InvestPOA, empresa criada pelo município para usar instrumentos do mercado de capitais para atrair aportes públicos e privados, deve ser um dos braços financeiros para bancar intervenções em infraestrutura e empreendimentos na região. A empresa deverá ter conselho e regramento para operar ainda no primeiro semestre.
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Pontifícia Universidade Católica do RS (Pucrs) e a Funitex La Salle, que integra o campus da Universidade Ramon Llull, em Barcelona (Espanha), liderarão a etapa de formulação das diretrizes. A Ufrgs vai elaborar o masterplan.
"Queremos enviar o projeto de lei até a metade do ano para apreciação da Câmara de vereadores", traçou a assessora. As regras contemplarão desde as atividades econômicas à ocupação do espaço. Segundo Maria Alice, as referências ainda estão vinculadas ao perfil industrial que caracterizava a região, que se mantinha até a década de 1970, depois houve gradativo esvaziamento.
O diretor da Escola de Engenharia da universidade federal e que coordenará os trabalhos, Luiz Carlos Pinto da Silva Filho, destacou que a ação das instituições focará medidas para estimular o desenvolvimento da área. "É preciso definir parâmetros, que contemple diversidade para atrair empresas, áreas verdes, edificações inovadoras, revisão do sistema de transporte e suporte a serviços digitais", listou Filho. "Temos de prever condições para assegurar um funcionamento 24 horas", avisou o diretor da Escola de Engenharia.
O coordenador do Núcleo de Tecnologias Urbanas da Ufrgs, professor Benamy Turkienicz, explicou que uma equipe que integra diversas áreas da universidade já está trabalhando nas diretrizes do masterplan. os modelos serão gerados na ferramenta desenvolvida pelo núcleo, o Cityzoom. "O prazo é curto, mas vamos fazer rápido", garante Turkienicz.
A vantagem que ajuda e muito a equipe coordenada pelo professor é o know how do núcleo, que já fez masteplan a outras localidades. "Não nos comprometeríamos se não conseguíssemos fazer", observou. A maior parte do trabalho será feito na ferramenta computacional para construção de modelos, o Cityzoom, criada pelo núcleo da Ufrgs.
O reitor da Ufrgs, Alexandre Netto, ressaltou que será a primeira vez que as duas principais universidade gaúchas e referências em polos e parques de tecnologia e inovação estarão juntas em uma ação com a abrangência do projeto de reestruturação do Quarto Distrito. "Essa ação tem de ser transformadora", avisou Netto.
O pró-reitor de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento da Pucrs, Jorge Audy, afirmou que o acordo criará condições para desenvolver a vocação econômica da região. "A maior virtude do projeto é a maturidade que atingimos", citou Audy, referindo-se a experiências das instituições.
Para o prefeito José Fortunati, destacou que a ação vai além do modelo de parques tecnológicos, pois tem a pretensão de... ( continua em http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2016/02/economia/483947-quarto-distrito-tera-regime-proprio-para-atividade-economica.html )

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

MEC amplia história mundial em novo currículo nacional

Após críticas sobre a estrutura e conteúdos da proposta da Base Nacional Comum Curricular (BNC), ministério publicou primeiras revisões do documento

17/02/2016 às 23:07 - Atualizado em 17/02/2016 às 23:49

Após uma série de críticas, o Ministério da Educação (MEC) decidiu incluir algumas sugestões de alterações na proposta da Base Nacional Comum Curricular (BNC). As mais importantes dizem respeito à ampliação do conteúdo de história, que deve ter a parte de história mundial ampliada, à introdução de tópicos de análise linguística na seção de linguagens e à estrutura geral que, de acordo com o MEC, precisa ser mais clara em relação a seus princípios e definir melhor a articulação entre as etapas de escolarização e a progressão dos conhecimentos ano a ano.

Leia também:

Currículo nacional é o primeiro passo para educação avançar

Um currículo para todos

A BNC vai estabelecer os conhecimentos e habilidades essenciais que todos os estudantes devem aprender na educação básica. História foi uma das áreas mais criticadas, por ignorar alguns pontos de conhecimento geral, para se voltar para história indígena e africana. Em construção desde o ano passado, o documento deve ser encaminhado até o meio do ano para o Conselho Nacional de Educação (CNE). Desde que abriu consulta popular pela internet, o governo recebeu mais de 10 milhões de contribuições no site basenacionalcomum.mec.gov.br.

Essas colaborações foram consideradas pelo MEC ao divulgar na última terça as diretrizes da revisão da primeira versão. Também foram considerados relatórios de um grupo de professores e pesquisadores convidados para atuar como revisores técnicos.

Os encaminhamentos gerais de revisão são divididos por áreas. As indicações partem de uma lista resumida de demandas "principais" surgidas no processo de consulta. "Para os componentes de história e geografia, o processo de revisão tem se dado no sentido de mostrar as formas de integração entre o Brasil e processos históricos globais", afirma, por exemplo, parte do texto do bloco de ciências humanas. Além disso, a revisão também deve ter uma melhor adequação de temporalidade no currículo, ponto criticado anteriormente.

Discussão - Quando a primeira versão da Base veio a público, em setembro de 2015, o então ministro Renato Janine Ribeiro impediu a divulgação da parte de história. Confirmando que haveria mudanças no texto, o atual chefe da pasta, Aloizio Mercadante, também disse que o texto apresentava falhas. O mesmo ocorria com o bloco de língua portuguesa.

Em linguagens, a crítica maior era pela ausência de gramática. O documento de revisão fala, entre outros pontos, que serão introduzidos tópicos de análise linguística em todas as etapas de escolarização.

Na educação infantil, a revisão deve diferenciar melhor o trabalho realizado com bebês e com crianças entre 4 e 5 anos. Também se propõe a explicitar como essa etapa se articula ao ensino fundamental, sobretudo à leitura e escrita. A consulta popular reuniu 120.000 contribuições de reformulação e outras 20.000 sugestões de novos objetivos. Um grupo coordenado pela Universidade de Brasília (UnB) trabalha ainda na organização das colaborações, que se estenderá até abril.

Com relação à estrutura geral da Base, o MEC definiu que precisa de "maior clareza" quanto aos princípios do documento, além de precisar esclarecer qual é sua natureza. Uma melhor articulação entre as etapas de escolarização e a importância de evidenciar progressão dos conhecimentos a cada ano e etapa também aparecem para a revisão.

Para... ( continua em http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/mec-amplia-historia-mundial-em-novo-curriculo-nacional )

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MEC amplia história mundial em novo currículo

A disciplina de história recebeu uma série de críticas por ignorar alguns pontos de conhecimento geral, para inovar em história indígena e africana

17 fev., 2016

Na última terça-feira, 16, o Ministério de Educação (MEC) divulgou as diretrizes de revisão da primeira versão da Base Nacional Comum Curricular, que vai estabelecer os conhecimentos e habilidades essenciais que todos os estudantes devem aprender na educação básica.

Leia mais: Escola ou linha de produção? 

Após considerar relatórios de um grupo de professores e pesquisadores convidados para atuar como revisores técnicos, o MEC resolveu mudar algumas coisas em relação à disciplina de história. A disciplina recebeu uma série de críticas por ignorar alguns pontos de conhecimento geral, para inovar em história indígena e africana.

O MEC, então, resolveu ampliar a parte de história mundial, sem deixar de incluir, mesmo que em menor parcela, a parte africana e indígena. Outras áreas do conhecimento também sofrerão alterações.

Além disso, o MEC definiu que precisa ser mais claro em relação aos princípios do documento. Uma melhor articulação entre as etapas de escolarização e a importância de evidenciar progressão dos conhecimentos a cada ano e etapa também aparecem para revisão.

O documento, que está sendo feito desde o ano passado, deve ser encaminhado até o meio do ano para o Conselho Nacional de Educação. Desde que abriu consulta popular pela internet, o governo recebeu mais de 10 milhões de contribuições pelo site da Base Nacional Comum Curricular. Segundo o MEC, uma segunda versão seguirá para debates nas Secretarias de Estado. Só a partir disso haverá uma terceira e... ( continua em http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/mec-amplia-historia-mundial-na-bncc/ )

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Aprovada em 1º turno PEC que autoriza universidade pública a cobrar por curso lato sensu

17/02/2016 - 23h13

Deputados retiraram do texto a possibilidade de cobrança pelo mestrado profissional

Ananda Borges/Câmara dos Deputados
Sessão Deliberativa Extraordinária
Plenário também aprovou possibilidade de universidades públicas cobrarem por cursos de extensão

O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu, nesta quarta-feira (17), a votação da Proposta de Emenda à Constituição 395/14, do deputado Alex Canziani (PTB-PR), que permite às universidades públicas cobrar pela pós-graduação lato sensu. A matéria precisa ser votada ainda em segundo turno.

Na votação desta quarta-feira, os deputados retiraram do texto a possibilidade de cobrança pelo mestrado profissional. A exclusão desse ponto constava de destaque do DEM, aprovado por 445 votos a 10. O PCdoB e o PDT apresentaram destaques no mesmo sentido.

O texto-base da PEC – um substitutivo da comissão especial, de autoria do deputado Cleber Verde (PRB-MA) – foi aprovado em outubro de 2015, por 318 votos a 129, mas desde então faltavam ser votados os destaques.

Segundo o texto, o ensino público superior de graduação e de pós-graduação acadêmica continua gratuito, mas as instituições poderão cobrar pelos cursos de extensão e de pós-graduação lato sensu.

A exceção será para os programas de residência (em saúde) e de formação de profissionais na área de ensino, que continuarão gratuitos.

Em qualquer situação, deverá ser respeitada a autonomia universitária, ou seja, a universidade decidirá se deseja ou não cobrar pelos cursos.

Discussão no Supremo
Segundo o autor da proposta, várias universidades já oferecem cursos lato sensu e cobram por isso. De acordo com Canziani, com a retirada do mestrado profissional da possibilidade de cobrança será possível avançar na votação da matéria e "permitir que as universidades públicas continuem a cobrar pela pós-graduação lato sensu, trazendo importante fonte de recursos".

O assunto da cobrança pela pós-graduação lato sensu foi parar no Supremo Tribunal Federal porque o Ministério Público tem contestado a cobrança com base no argumento de que a Constituição prevê a gratuidade do ensino público oficial para todos os níveis.

Acordo com associação
Para o deputado Cleber Verde, a aprovação do texto vai encerrar processos judiciais que questionam a cobrança já feita por universidades... ( continua em http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/503848-APROVADA-EM-1-TURNO-PEC-QUE-AUTORIZA-UNIVERSIDADE-PUBLICA-A-COBRAR-POR-CURSO-LATO-SENSU.html )

Íntegra da proposta:

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'




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